O município de Mauá consolidou sua posição de referência em
saneamento básico no Brasil: está entre as 20 cidades do país mais bem
avaliadas no acesso aos serviços de tratamento de esgoto, com o percentual de
91% de atendimento. No município, a BRK, concessionária responsável pelos
serviços de esgotamento sanitário, alcançou com antecedência de dez anos as
metas de universalização, estabelecidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento. A
legislação estipula que até 2033 todos os municípios brasileiros devam ter
90% da população atendida com os serviços de coleta e tratamento de
esgoto.
A média diária de tratamento de esgoto é de aproximadamente
55 milhões de litros, com 90% de eficiência na remoção de carga orgânica,
considerando o desempenho consolidado da Estação de Tratamento de Esgoto
(ETE-Mauá). Somente ao longo de 2025, a BRK tratou 17,9 bilhões de litros de
esgoto, o equivalente a 7.160 piscinas olímpicas que deixaram de ser despejadas
em rios e córregos da cidade sem o devido tratamento.
Há pouco mais de duas décadas, a cidade contava com o
indicador de 77% de coleta e o índice de tratamento do efluente era de 0%, ou
seja, Mauá não tratava seu esgoto.
O avanço dos indicadores de saneamento foi possível após a
BRK realizar investimentos que ultrapassam R$ 260 milhões para a ampliação do
sistema de esgotamento sanitário da cidade, possibilitando uma importante
evolução no processo de despoluição dos córregos e cursos d´água que cortam o
município.
A atuação da concessionária abrange todas as etapas do
esgotamento sanitário — coleta, afastamento, tratamento e disposição
final.
Atualmente, Mauá conta com 616 quilômetros de tubulações que
coletam o esgoto em toda a área urbana da cidade, uma estação de tratamento de
esgoto (ETE – Mauá), seis estações elevatórias de esgoto, instaladas em
diversos bairros do município, e uma estação elevatória final localizada no
bairro Santa Cecília.
“Os resultados alcançados em Mauá refletem a eficiência do
sistema de tratamento de esgoto do município. Em 2025, operamos com índice
médio de 90% de remoção de carga orgânica, acima da exigência de legislação,
que é de 80% no Estado de São Paulo, o que demonstra a qualidade dos processos
adotados e o compromisso contínuo com a preservação ambiental e a saúde
pública”, destaca Viviane Moraes, gerente de operações da BRK.
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