O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), e o presidente da FUABC (Fundação do ABC), Luiz Mario Pereira de Souza Gomes, se reuniram na terça-feira (18) para buscar soluções ao imbróglio que afeta a área da saúde no município. Segundo a Fundação, Atila Jacomussi “expressou o desejo da permanência da FUABC à frente da gestão da saúde na cidade”.
Durante o afastamento de Atila, o governo interino de Alaíde Damo (MDB) anunciou, em 28 de agosto, o rompimento do vínculo com a FUABC e a retomada da gestão do sistema. Porém, três dias depois recuou da decisão, abriu negociações com a entidade, a fim de elaborar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), e anunciou o início de processo licitatório para contratação de uma Organização Social de Saúde (OSS) para assumir a gestão do setor.
Após retornar ao Paço na última semana, Atila afirmou que retomaria as negociações com a FUABC, reavaliaria o encerramento do convênio com a Santa Casa de Mauá, e retornaria com os atendimentos no pronto-socorro do Hospital Dr. Radamés Nardini – que, sob a gestão de Alaíde, deixou de ser “porta aberta” e passou a atender apenas casos de urgência, ginecologia, psiquiatria e ortopedia.
“Para resolvermos o impasse sobre o contrato de gestão de saúde da nossa cidade, nos próximos 20 dias será apresentado plano de ação de impacto emergencial, para darmos resposta ao povo de Mauá, além de priorizarmos os atendimentos de emergência, exames e consultas”, afirmou o prefeito.
Atila também destacou que dentro de 60 dias será apresentado novo modelo de gestão da saúde. Durante o período de elaboração do novo plano de trabalho, segundo a FUABC, “a Prefeitura de Mauá e fundação regularizarão a contratação, e o município buscará definir os valores que serão repassados e os serviços que a instituição deverá executar”.
A FUABC informou que colocou toda sua equipe técnica à disposição da Secretaria da Saúde, a fim de que seja elaborado o novo plano de trabalho, conjunto e consensual, para o Complexo de Saúde de Mauá (Cosam), além do tratamento da dívida envolvendo o contrato e sua necessária regularização. A Fundação do ABC alega que Mauá lhe deve mais de R$ 120 milhões em serviços prestados.
O Ministério Público do Estado de São Paulo seguirá acompanhando todas as tratativas. Segundo nota oficial da Fundação, o novo plano de trabalho será rigorosamente adequado à capacidade financeira do município e estará vinculado ao tratamento da dívida.
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