O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), não compareceu para depor nesta segunda-feira (11) na Comissão de Impeachment que apura vacância no cargo, porque o chefe do Executivo ficou 64 dias fora do cargo por estar preso na Penitenciária de Tremembé. A LOM (Lei Orgânica do Município) prevê licença de apenas 15 dias sem autorização do Legislativo.
O advogado do prefeito, Leandro Petrin, alegou à Comissão que pelo Código Penal, o prefeito tem de ser o último a ser ouvido.
O advogado também alegou que houve eventuais falhas na notificação do prefeito. A comissão vai decidir nova data para Atila comparecer na Câmara.
No caso do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), ela foi a última a prestar depoimento.
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