O convívio social é um direito de todos e incluir pessoas que estão em vulnerabilidade em ações culturais, fora dos tradicionais espaços de tratamento, auxilia na terapia e desenvolve a psicomotricidade, ou seja, o relacionamento com o próprio paciente e o mundo. Esse método transformador envolve o trabalho integrado das secretarias de Saúde e Cultura de Mauá.
A partir da semana que vem, as Oficinas Culturais atenderão 40 usuários dos três Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), o infantil, o adulto e o que acolhe os dependentes de álcool e drogas.
De acordo com a prefeita Dona Alaíde (MDB), antes as aulas eram realizadas dentro dos CAPS, mas com esta mudança os resultados podem ser ainda melhores. Todos os alunos terão uma percepção diferente sobre as aulas ao ar livre porque terão contato com a natureza e vão lidar com outras pessoas. Além disso, estes pacientes terão acompanhamento de um técnico de saúde mental durante todo o período.
Os cursos, que serão ministrados no Parque da Juventude, são: Capoeira, Artesanato, Escultura, Grafite e Aerografia. O importante desta ação é que os próprios usuários do CAPS escolheram as aulas que mais se identificavam para desenvolver ou aprimorar as suas habilidades. A cultura pode ser uma nova forma de humanizar o tratamento.
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