Vereador Irmão Ozelito questiona a Fundação ABC pela falta de pagamento indenizatório a ex-funcionários

Por Portal Opinião Pública 25/07/2019 - 16:49 hs
Foto: Divulgação

 

Em sessão na Câmara Municipal nesta terça-feira (23), o vereador Irmão Ozelito apresentou 35 indicações, dois requerimentos e um Projeto de Lei. Sobre um dos requerimentos, de nº 15575, o parlamentar abordou uma questão referente a Fundação do ABC, que presta serviço de saúde na cidade. Segundo noticiou-se por todos os veículos de comunicação da cidade, a entidade há pouco tempo atrás demitiu cerca de 500 funcionários, causando um grande transtorno para a municipalidade. Muitos trabalhadores que foram demitidos ainda não receberam as suas indenizações trabalhistas e o parlamentar desde então tem lutado para que o caso seja resolvido.

No documento, o vereador Irmão Ozelito faz várias perguntas que vão desde o remanejamento de funcionários para outras funções, até mesmo sobre os plantões médicos que, segundo o parlamentar, é causa de muitas reclamações dos munícipes e de quem necessita dos serviços médicos oferecidos através da entidade pelas UBSs e UPAs.

No requerimento apresentado, o vereador ainda questiona sobre a forma como foi lavrado o contrato, seus valores, as condições e obrigações das partes, as indenizações trabalhistas dos ex-funcionários, entre outras questões que serão respondidas e  encaminhadas pela entidade ao gabinete do vereador Irmão Ozelito.

Sobre o requerimento apresentado, o vereador Irmão Ozelito comentou. "Estou profundamente consternado com a situação dos ex-funcionários da Fundação do ABC, pois já trabalhei em empresa privada e sei que os direitos trabalhistas são garantidos por Lei, e um pai de família quando sai da empresa conta com estes valores muitas vezes para adiantar as suas dívidas e liquidá-las. Na existência de alguma falha contratual da empresa com a prefeitura, os funcionários não devem pagar pelo erro de ambas. Vou continuar incomodando os responsáveis para que esta situação seja resolvida o mais breve possível", concluiu o parlamentar.