Câmara de Mauá não vota projeto que prevê contratação de servidores temporários
A Câmara Municipal de Mauá decidiu não votar, durante a sessão ordinária da Casa nesta terça-feira (18), um projeto proposto pelo prefeito Atila Jacomussi para a contratação de 415 servidores que atuariam na área da saúde na cidade. A proposta, que prevê a admissão direta – ou seja, sem a necessidade de realização de concurso público – destes funcionários chegou a receber os pareceres favoráveis das comissões de Justiça e Finanças do Legislativo, porém, encontrou resistência dos parlamentares, especialmente da oposição ao Governo, uma vez que 2020 é ano eleitoral.
Além das divergências em relação a contratação de servidores em ano de eleições, alguns parlamentares também questionaram o fato de que 100 dos 415 servidores seriam encaminhados para a área administrativa, sem que a proposta detalhasse quais funções seriam realizadas. Além destes, a proposta - enviada a Câmara na última sexta-feira (14) - prevê a contratação de 200 médicos, 50 técnicos de enfermagem, 35 enfermeiros, dez cirurgiões dentistas, cinco fisioterapeutas e 15 motoristas de ambulância.
Além das admissões, o texto aponta que os vínculos dos servidores contratados neste regime não podem ser prorrogados.
Sem um acordo, a expectativa é de que o projeto volte a ser discutido no Legislativo na próxima quinta-feira (27), quando serão retomadas as atividades normais da Casa após o Carnaval.




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