No atual momento em que vivemos, muitas pessoas demonstram preocupação com a saúde física, algo que é muito correto, pois as precauções são mais do que necessárias. Entretanto, pouco se fala sobre a necessidade de uma vida emocional e mental sadias, uma vez que quando elas não estão em equilíbrio podem gerar um corpo doente.
Atualmente, na era digital, vive-se no automático. Tudo é tão voraz (tecnologicamente falando) que nos esquecemos de focar no agora e absorvemos um excesso de informações, fato que acaba dando origem a ansiedade. Segundo alguns estudiosos do campo medicinal, a ansiedade pode ser compreendida como um "excesso de futuro" que gera preocupações diversas, receios, inseguranças e tensões emocionais que podem até afetar o físico. Então, o que se deve fazer nesses casos?
O primeiro passo é procurar ajuda profissional de psiquiatras, psicólogos ou terapeutas que dominem o assunto, o quanto antes para evitar o agravamento do quadro.
Alguns especialistas chamam esse de “o mal do século”. Sendo assim, é mais do que necessária a ação governamental para combater de toda forma possível, seja com a Alopatia ou com a Homeopatia (que vem crescendo e trazendo bons resultados). Trazendo para a gestão municipal, quais são as políticas públicas feitas pela gestão atual, para combater esse mal?
É fundamental investir em médicos capacitados nesse campo, em remédios e consultas com mais acessibilidade ao paciente. Além disso, a gestão deve investir no lazer, para que os munícipes tenham onde sair da rotina e viverem momentos de descontração.
Como um indivíduo que já passou por crises ansiosas e depressivas, sinto-me em posição de dizer que buscar uma ajuda profissional é o primeiro passo. Essa ajuda, acompanhada de uma boa dose de momentos bons através do lazer de qualidade geram uma população emocional e mentalmente mais plena.
Se quisermos mudanças, elas precisam começar dentro de nós, para assim sermos um dínamo de aprimoramento para o país, começando pelo município, respeitando o próximo, olhando para dentro, nos unindo - mesmo de longe - e questionando o que precisa melhorar. Chegaremos lá se nos mantermos fortes e colocarmos abaixo aquilo que está desgastado.
Dérick Cristensen é terapeuta, tem 22 anos, é morador do Jardim Mauá e é pré-candidato no partido DEM
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