O julgamento do recurso do Ministério Público Federal (MPF) contra a permanência de Atila Jacomussi no cargo de prefeito de Mauá terminou nesta sexta-feira (17/04) com o placar empatado em 2 a 2. Com esse resultado, Atila permanece no comando do Paço.
O advogado do prefeito, Daniel Bialski, disse que o empate é sempre favorável à defesa. “O empate é favorável à defesa. O regimento interno do STF já estabelece isso. Diz o artigo 150º, parágrafo 3º do regimento interno do Supremo Tribunal Federal (STF) que nos habeas corpus e recursos em matéria criminal, exceto o recurso extraordinário, havendo empate, prevalecerá a decisão mais favorável ao paciente ou réu”, informou.
Os dois ministros que votaram a favor do prefeito foram Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, enquanto contrários foram Edson Fachin e Cármen Lúcia. O ministro que poderia desempatar era Celso de Melo, mas ele estava afastado e não votou no caso.
O recurso que teve o julgamento iniciado no dia 10 e terminou nesta sexta-feira, foi movido pelo Ministério Público Federal contra a decisão do ministro Gilmar Mendes que autorizou retorno do socialista ao cargo, em setembro de 2018.
A polêmica que envolve o processo é que Atila foi preso em maio de 2018 durante Operação Prato Feito, da Polícia Federal, que apura contratos da merenda escolar, além da Operação Trato Feito, que apura suposto pagamento de mensalinho a 21 de 23 vereadores, além de um suplente. Todos negam a denúncia.
Cadastre seu email e receba nossos informativos e promoções de nossos parceiros.
Professor Fernando da Informática - Desafios da inteligência artificial no âmbito social e profissional
Daniel Alcarria - Nossa Mauá ontem e hoje
Editorial Revista SUCESSO - Editorial Revista SUCESSO - Edição 109
Dra. Paula Franco Freire Biason - Médica Veterinária - Ansiedade canina
Dra. Carolina Tavares de Sá - O advento da tecnologia e a utilização das ferramentas de inteligência artificial pelo Poder J...