Estudante de Direito, Roberlane Carvalho é pré-candidata a vereadora pelo DEM

Por Portal Opinião Pública 11/06/2020 - 11:24 hs
Foto: Divulgação
Estudante de Direito, Roberlane Carvalho é pré-candidata a vereadora pelo DEM
Roberlane Carvalho afirma que a cidade precisa oferecer mais vagas em creches

Buscando a composição de uma chapa equilibrada, em que a experiência e a juventude consigam dialogar e contribuir para Mauá, o DEM (Democratas) tem procurado promover a diversidade entre seus pré-candidatos às cadeiras no Legislativo mauaense. E uma delas é a estudante de Direito Roberlane Carvalho, de 29 anos.

Atuante nos bastidores políticos nos últimos anos, Roberlane afirmou que a oportunidade de disputar as eleições municipais deste ano surgiu, justamente devido a esse trabalho. Após conhecer alguns quadros do Democratas, ela acabou decidindo se filiar à sigla e aceitar a pré-candidatura com o intuito de contribuir para a mudança no cenário político municipal.

Segundo a pré-candidata, um dos diferenciais da legenda tem sido a diversidade de projetos que estão sendo discutidos internamente. Roberlane também elogiou o pré-candidato a Prefeitura de Mauá, o médico Luiz Marcelo Pierro, o Tchello Pierro. “Temos como pré-candidato a Prefeitura o Dr. Tchello Pierro, que tem propriedade para falar de Saúde e que também é professor e defende a educação”, frisou.

A estudante também elogiou os outros pré-candidatos da sigla, ressaltando que muitos deles têm uma visão bastante parecida em termos políticos e que a vontade é de promover mudanças que tragam desenvolvimento para Mauá.

Por fim, Roberlane explicou que vê a luta por melhorias na Educação como uma de suas principais bandeiras. De acordo com ela, o setor precisa de mais atenção, especialmente no que se refere à criação de vagas em creches na cidade para atender, principalmente, as mães solos que precisam trabalhar, mas não têm com quem deixar as crianças. “Existem mães que nem com liminar na justiça conseguem vagas. Isso é muito grave, muito complicado, porque muitas vezes elas não podem trabalhar para não abandonar os filhos”, encerrou.