O TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) adiou, na quinta-feira (20), o julgamento que poderia tornar réu o prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), por lavagem de dinheiro ou ocultação de patrimônio no âmbito da Operação Prato Feito, que foi deflagrada pela PF (Polícia Federal), em 2018, e que resultou na prisão do chefe do Executivo.
O placar já estava 2 a 0 contra o prefeito quando o desembargador José Lunardelli pediu vistas e foi acompanhado por outros dois desembargadores, Fausto de Sanctis e Nino Toldo.
Antes do adiamento do julgamento, votaram contra Atila o relator Mauricio Kato e o desembargador André Nekatschalow. Ao votar a favor de tornar o socialista réu, Kato negou a solicitação do MPF (Ministério Público Federal) para afastar o prefeito do cargo.
A acusação contra Atila Jacomussi é de que havia um esquema para supostos desvios de recursos da merenda. Durante a Operação Prato Feito, a Polícia Federal encontrou R$ 87 mil na casa do prefeito, quando ele foi preso, a sua defesa entrou com recursos e ele foi solto por meio de liminar do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes.
A nova data do julgamento ainda não foi definida.
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