Vídeo mostra agressão à jovem morta em Mauá
Um vídeo gravado por câmeras de segurança mostraram a jovem Beatriz Oliveira, de 21 anos, sendo agredida supostamente por seu namorado, após uma discussão em frente a casa onde ela morava, no Jardim Itapark. A gravação ocorreu momentos antes de ela vir a óbito. O caso, que aconteceu no final de dezembro, está sendo investigado pela polícia civil.
O material que comprova a agressão à jovem foi encontrado pela própria mãe de Beatriz e entregue a polícia para investigação, a cerca de uma semana. Além disso, familiares da vítima – que não acreditam na versão dada pelo namorado de que ela teria caído e batido a cabeça, após um desmaio - têm procurado elementos que confirmem a tese de que ela teria sido morta devido às agressões. O casal estava junto a cerca de um ano e meio e tinha uma filha de dois meses. Confira o vídeo pelo link http://www.portalopiniaopublica.com.br/video/160/video-mostra-agressao-a-jovem-morta-em-maua.html
Beatriz foi declarada morta no dia 27 de dezembro, após dar entrada na UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) do Jardim São João com uma lesão na cabeça. Além disso, a jovem teria vestígios de drogas no nariz. Ela foi levada até a unidade por seu namorado Paulo, de 23 anos. Em depoimento à polícia, ele afirmou que não havia agredido Beatriz e que ela tinha caído e batido a cabeça. Segundo depoimentos dados por pessoas próximas à vítima à reportagem da TV Record, no início da semana, foi o próprio Paulo quem ligou para a família de Beatriz para dar a notícia.
No primeiro boletim de ocorrência, lavrado após o óbito de Beatriz, a morte da jovem consta como “suspeita”, e consumada como “morte súbita, sem causa determinante aparente”.
Em depoimentos dados à TV Record, pessoas próximas à Beatriz relataram que, em muitos momentos, Paulo demonstrava um comportamento agressivo com a namorada e que ele teria até ameaçado-a de morte.
Quanto ao uso de substâncias ilícitas, uma das pessoas entrevistadas pela emissora afirmou saber que a vítima fazia uso de maconha, mas desconhecia a utilização de outras drogas, e disse que Paulo era usuário. Além disso, ela destacou que apesar de ter sido encontrado vestígios de drogas no nariz de Beatriz, a substância poderia ter sido “plantada” e que o médico que a examinou pediu a realização de um exame para comprovar se ela teria ou não a utilizado.
Também no boletim, a polícia confirmou ainda ter encontrado “dez ampolas vazias de vidro para o armazenamento de lança perfume” e “seis saquinhos vazios, possivelmente para armazenar entorpecentes”.
O Jornal Opinião Pública tentou contato com a família de Beatriz, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. Já Paulo não foi localizado.




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