O Crea-SP se posicionou contra os atos
praticados pelo Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT), por meio de
resoluções, que têm o objetivo de conferir, indevidamente, atribuições
profissionais de nível superior a profissionais com graduação técnica de nível
médio de escolaridade.
No dia 14 de junho, o CFT entregou à
Secretaria de Governo da Presidência da República um projeto de alteração do
Decreto nº 90.922/85, que regulamenta a Lei nº 5.524/1968 e dispõe sobre o
exercício da profissão de Técnico Industrial e Técnico Agrícola de nível médio.
A alteração pretendida visa a ampliar as
atribuições dos técnicos para que possam atuar em projetos com até 300m² de
área a ser construída e três pavimentos. Atualmente, o limite permitido é de
80m² – conforme delimitado no Decreto, cujas restrições se estendem igualmente
quando se tratar de projetos e obras em conjuntos residenciais.
“Esta proposta expõe a sociedade a riscos
desnecessários ao oferecer a técnicos atribuições incompatíveis com suas
formações. Os engenheiros investem no mínimo cinco anos para concluir suas
graduações. O conteúdo da grade curricular é fundamental para a qualificação do
trabalho complexo que envolve as Engenharias e não é possível igualar a
amplitude do aprendizado e do conhecimento de profissionais de nível superior
ao dos profissionais de nível técnico”, afirma o presidente do Crea-SP, engenheiro
Vinicius Marchese. “Apenas os profissionais habilitados conseguem garantir a
segurança em projetos com área construída acima de 80m², como determinado pelo
Decreto.”
Os engenheiros têm na legislação em vigor o
respeito às suas formações pela valorização de fundamentos como cálculo
estrutural, hidráulico e elétrico, além da proteção à atuação em reformas em
estruturas metálicas e de concreto, premissas também vedadas aos técnicos no
decreto 90.922/1985.
O Sistema Confea/Crea segue dedicado a lutar
pelos direitos dos seus profissionais. De acordo com informações do Conselho
Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), o Congresso Nacional analisa
Projeto de Decreto Legislativo 304/2020, do deputado Geninho Zuliani (DEM-SP),
que impede danos semelhantes à sociedade. Confea também entrou com ações
públicas civis contra o CFT e o Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas (CFTA).
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