Grande ABC decide manter obrigatoriedade do uso de máscaras até o fim do ano

Por Portal Opinião Pública 11/11/2021 - 10:20 hs
Foto: Consórcio Intermunicipal do Grande ABC / Divulgação
Grande ABC decide manter obrigatoriedade do uso de máscaras até o fim do ano
Uso de máscaras continuará sendo obrigatório nas sete cidades do Grande ABC até fim do ano

Medida será reavaliada em janeiro de 2022, em nova assembleia do colegiado 

Os prefeitos das sete cidades do Grande ABC decidiram, por unanimidade, manter a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção até o final de 2021. A medida foi tomada após a Assembleia Geral do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, realizada nesta segunda-feira (8), e é válida para todos que frequentem ambientes abertos ou fechados nos municípios.

De acordo com a avaliação dos prefeitos da região, mesmo com indicadores que sinalizam a tendência de queda no número de casos e mortes por Covid-19, ainda é necessário manter a maior proteção possível a população, bem como o cumprimento dos protocolos sanitários.

Ainda segundo o Consórcio Intermunicipal Grande ABC, a obrigatoriedade no uso de máscaras na região será reavaliada no início de 2022 e levará em consideração a evolução da pandemia na região. A perspectiva é de que o assunto seja discutido logo na primeira assembleia do colegiado em 2022. Entretanto, há a possibilidade de se realizar uma reunião extraordinária para deliberar sobre a decisão.

O presidente do Consórcio ABC e prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), ressaltou que o uso obrigatório das máscaras está associado à tendência de queda nos números de casos e mortes. "A preocupação dos prefeitos é que a região não corra nenhum risco. O objetivo é manter a tendência de queda bastante acentuada nos indicadores da pandemia, ao mesmo tempo em que temos uma taxa de vacinação alta", afirmou.

A pauta da reunião também incluiu apresentações do Programa Consórcio Empreendedor, iniciativa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), e de ações de assessoria e consultoria disponíveis pela Caixa Econômica Federal para os municípios da região. O colegiado recebeu ainda demandas de representantes da Frente Regional de Combate à Violência contra a Mulher do ABC.