Um mês após a entrega da pauta de reivindicações, o Sindicato dos Servidores Públicos (Sindserv) de Mauá pede uma reunião com a administração municipal para dar prosseguimento às negociações do reajuste salarial da categoria.
A entidade espera da prefeitura, ainda para esta semana, a conclusão dos estudos de impacto financeiro, necessários para elaboração de contraproposta. Os trabalhadores pleiteiam aumento real de 10%, reposição de inflação (2,86%) e/ou abono mensal de R$ 450.
Para o presidente do Sindserv, Jesomar Alves Lobo, a lentidão da Secretaria de Finanças em concluir os estudos pode acarretar em atraso na aplicação do reajuste. “A partir da próxima semana o RH da prefeitura inicia a elaboração da folha de pagamento deste mês, a negociação precisa avançar para que possamos chamar uma assembleia e decidir junto com a categoria”, destacou.
Além das questões econômicas, os servidores públicos reivindicam melhorias nas condições de trabalho e benefícios. Entre os itens da pauta da campanha salarial estão a ampliação do auxílio alimentação para todos os funcionários com reajuste do valor para R$ 450, em conformidade com a cesta básica do Estado de São Paulo segundo o Dieese, e a concessão de auxílio odontológico, anunciado pelo prefeito em outubro do não passado.
Reunião
O secretário de Governo de Mauá, João Gaspar, afirmou que haverá reunião entre as partes na próxima quinta-feira (5). “Já tivemos três encontros, um deles com a presença do prefeito Atila Jacomussi (PSB), disse.
Segundo Gaspar, a pauta tal qual foi apresentada pelo sindicato infelizmente não poderá ser atendida. “Mauá foi a única cidade no ano passado que ofereceu benefícios aos funcionários públicos, como o pagamento de abono (no valor de R$ 150). Para algumas categorias, representou aumento de 10% que este ano será incorporado ao salário”, destacou.
A administração municipal enviou na terça-feira (3) para a Câmara Municipal projeto de lei que cria convênio odontológico gratuito para o funcionalismo público. “Foi um compromisso assumido pela gestão que agora está sendo cumprido. O sindicato faz o seu papel, mas é preciso olhar não apenas o que foi acertado no ano passado, mas o que vem sendo conquistado ao longo dos anos”, finalizou.
Mauá gastou em dezembro de 2017, segundo dados da Secretaria de Finanças, 32,64% da receita corrente líquida com despesas de pessoal, o que em tese permite margem para negociação do aumento. O limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) é de até 54%.
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