A Organização Internacional do Trabalho (OIT) prevê que a taxa de desemprego no Brasil só deverá atingir o nível pré-pandêmico em 2024. Para este ano, a estimativa é que o país tenha 14 milhões de desempregados. O patamar ficará abaixo do número registrado em 2021, de 14,3 milhões, mas ainda permanecerá bem acima do registrado em 2019, antes da pandemia, de 12,5 milhões. Para o empresário e líder político Junior Orosco, a situação é grave e “reflete a falta de sensibilidade no quesito políticas econômicas aos mais vulneráveis”.
Em 2018 o Brasil voltou ao Mapa da Fome e, em 2020, registrou 55,2% da população convivendo com a insegurança alimentar, segundo pesquisa da Rede PENSSAN. Junior Orosco destaca que, ao tocar no assunto economia, precisamos pensar em formas e programas que possam fazer com que os mais pobres tenham o mínimo da segurança econômica.
“São dois dados assustadores, o primeiro mostra claramente que estamos falhando na geração de empregos. A vida do empresário não vem sendo fácil e, consequentemente, inúmeras empresas fechando as portas, com isso, famílias sem dinheiro e a roda da economia cada vez mais lenta”, pontua Orosco.
Para Junior Orosco, é importante pensar em três tripés de recuperação. “Penso que se faz urgente o auxílio de quem está no mapa da fome, através da solidariedade, como temos feito aqui através dos nossos trabalhos no Instituto Motiva, mas isso é paliativo, precisamos de ação de políticas públicas. Por isso temos que partir pro incentivo ao pequeno empreendedor - que por sua vez emprega inúmeras famílias por todo país -. Garantindo que ele tenha crédito, segurança e, acima de tudo, incentivos em todos os níveis. Saindo deste passo secundário, precisamos garantir a capacitação de quem está em busca de oportunidades no mercado de trabalho e dar condições para que esteja pronto para ocupar espaços nele”, destaca.
A previsão é de que os brasileiros apenas conseguirão voltar a ter as mesmas taxas de desemprego que registravam antes da pandemia em 2024. “Até lá, temos que continuar acreditando, mas não nos acomodando. Tendo consciência que a mudança depende de força de vontade de todos nós, entendendo que a geração de emprego e renda deve ser prioridade, para não presenciarmos o cenário desastroso da fome imperando em nosso país”, finaliza.
Cadastre seu email e receba nossos informativos e promoções de nossos parceiros.
Professor Fernando da Informática - Desafios da inteligência artificial no âmbito social e profissional
Daniel Alcarria - Nossa Mauá ontem e hoje
Editorial Revista SUCESSO - Editorial Revista SUCESSO - Edição 109
Dra. Paula Franco Freire Biason - Médica Veterinária - Ansiedade canina
Dra. Carolina Tavares de Sá - O advento da tecnologia e a utilização das ferramentas de inteligência artificial pelo Poder J...