Dia Internacional da Síndrome de Down procura conscientizar população sobre os direitos e bem-estar da pessoa com deficiência

Por Portal Opinião Pública 24/03/2022 - 11:13 hs
Foto: Divulgação

A última segunda-feira (21) foi o Dia Internacional da Síndrome de Down, uma data com o objetivo de conscientizar e informar a população sobre os direitos, o bem-estar e a inclusão social das pessoas com a síndrome.

Para o administrador de empresas Junior Orosco, a data é de suma importância para que as pessoas adquiram mais informações sobre o assunto.

“A data foi criada justamente para chamar a atenção da população para um tema tão importante como o de pessoas com síndrome de down. Essas pessoas sofrem muitos preconceitos diariamente, e o objetivo é conscientizar os cidadãos de que, apesar de especiais, quem tem síndrome de down pode viver uma vida normal como qualquer outro ser humano”, analisa Orosco.

Importante enfatizar, o máximo de vezes possível, que a síndrome de down não é uma doença, mas sim uma alteração genética que faz com que as crianças nasçam com excesso de material genético em todas as células do corpo, que acaba criando algumas características diferentes, como déficit intelectual.

Junior Orosco recebeu em seu programa Debates & Entrevistas, que ocorre toda segunda-feira às 19h30, Milene Leite e Paulo Souza, pais do Lorenzo, uma criança com síndrome de down. Eles relataram as dificuldades encontradas para achar uma escolinha que aceitasse e incluísse o Lorenzo com as demais crianças. Milene destacou escolas que se disseram não preparadas para lidar com uma criança com a síndrome. O apresentador fez questão de destacar que as escolas eram particulares, mas que também falta muita qualificação para as escolas públicas lidarem com crianças que têm algum tipo de deficiência.

“Mesmo no ensino privado, muitas escolas não têm todas as qualificações para receber uma criança especial, então imagine a escola pública, que infelizmente é sucateada pelos nossos governantes? A política pública de inclusão tem que melhorar significativamente. Ela precisa ter a questão da humanização como objetivo de cada dia, para que as crianças possam ser de fato incluídas nas salas de aulas com as crianças que não têm deficiência, para que aquilo passe a se tornar uma realidade”, afirma o administrador de empresas.