"Decisão do STJ sobre GCMs deveria ser revogada", afirma Junior Orosco
O candidato a deputado federal Junior Orosco (União Brasil)
criticou a decisão da 6ª turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) de tirar
das GCMs (Guardas Civis Municipais) o poder de polícia. A medida tem causado
uma série de questionamentos por parte da população e de especialistas em
segurança pública.
A decisão do tribunal foi tomada após um caso em que um
determinado réu, acusado de tráfico de drogas, teve sua condenação anulada
porque as provas foram consideradas ilegais por terem sido recolhidas por
guardas da GCM durante patrulhamento cotidiano.
Segundo Orosco, entretanto, a decisão do STJ pode ter
consequências negativas em diversas esferas. "Essa decisão deveria ser
revogada. Tirar esse poder das guardas civis acaba sobrecarregando as polícias
Civil e Militar, e só quem perde com isso é o cidadão, que passa a correr um
risco maior do que antes. Para a segurança pública, essa decisão é uma grande
afronta", afirmou Orosco, acrescentando ainda que as guardas civis possuem
condições de contribuir com a melhoria da segurança pública.
"O trabalho da GCM não pode ser apenas cuidar do patrimônio
público. O povo, os cidadãos, todos eles são patrimônios do nosso país e
merecem um cuidado maior do que as polícias Civil e Militar, que fazem um bom
trabalho, podem oferecer. A GCM é a polícia do município, então nada mais justo
que prestem serviços que também protejam a população e não apenas prédios
públicos", enfatizou o candidato a deputado federal.
Na decisão do STJ, o relator da ação alegou que seria caótico “autorizar
que cada um dos 5.570 municípios brasileiros tenha sua própria polícia,
subordinada apenas ao comando do prefeito local e insubmissa a qualquer
controle externo”.
"Eu discordo da opinião do relator da ação, pois a falta de
segurança para a nossa população é algo que está no debate público de todo o
país. Então, quanto mais segurança pudermos levar à nossa gente, melhor. O país
precisa do máximo de proteção e a GCM é primordial para isso", avaliou
Orosco.
A diretora executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo,
lembra que, na prática, muitas cidades têm poucos policiais militares e acabam
dependendo da GCM para garantir a segurança pública. A atuação dos guardas, no
entanto, deve ser de ajuda à PM e não de substituição.




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