Os impactos ocorrem na saúde pública, no
meio ambiente, na economia e em diferentes esferas, e afeta a qualidade de vida
de toda a população
A poluição de rios
ou córregos gera impactos ambientais para todo o ecossistema local. Com base
nisso, a BRK, concessionária responsável pelos serviços de esgoto em Mauá,
chama a atenção para os problemas causados pelo lançamento irregular de esgoto
em rios e córregos.
Atualmente, a cidade de Mauá conta com um dos melhores índices na
prestação de serviços de esgoto da Região Metropolitana de São Paulo, com
indicadores de 93% de coleta e 87% de tratamento.
“Os córregos Taboão e Itrapoã, que cortam os bairros Jardim Adelina,
Itapeva, Jardim Camila, Primavera, Jardim Luzitano e Vila João Ramalho, no
Parque São Vicente, além do Córrego Bocaina, que passa pela Vila Bocaina, Vila
Guarani e Jardim Itapark, já apresentam melhorias na qualidade das águas que
correm por seus leitos em decorrência dos avanços dos serviços de esgoto”,
afirma o gerente operacional da BRK em Mauá, Bruno Gravatá.
Gravatá destaca que, dentre as áreas mais afetadas pelo despejo de
esgoto sem tratamento nos rios e córregos, estão a saúde pública, o meio
ambiente e a economia, o que, consequentemente, impacta na qualidade de vida da
população de um modo geral. Segundo pesquisa do Instituto Trata Brasil, o país
trata somente 50,75% de todo o volume de esgoto gerado. A média dos cem maiores
municípios brasileiros é de 64,09%.
“O esgoto doméstico é composto por água (99%) e sólidos (1%) que, em sua
maioria, são materiais orgânicos em decomposição originados de fezes e de
atividades humanas em pias, tanques, chuveiros, entre outros. Quando despejado
nos rios sem tratamento, esse rejeito altera a composição natural do
ecossistema, trazendo danos para a fauna e a flora aquática, e os seres humanos
que vivem no entorno”, explica.
A falta de sistemas de esgotos nas cidades também é um problema de saúde
pública, pois o esgoto apresenta grande quantidade de poluentes e de agentes
biológicos que podem causar doenças transmitidas pelo contato direto com os
rejeitos.
“O esgoto não tratado ainda altera toda a composição química da
água, diminuindo o oxigênio disponível e afetando a vida aquática e o
ecossistema local, o que se torna uma questão ambiental bem grave.
Economicamente, há o efeito na infraestrutura das cidades e no seu potencial
turístico, impactando na valorização dos imóveis e na renda gerada pelo setor”,
completa o gerente operacional.
Mauá conta com seis estações elevatórias em operação, uma estação
de tratamento de esgoto e 615 quilômetros de redes coletoras, coletores-tronco
e interceptores.
“Essa infraestrutura permite que o esgoto produzido
pela população retorne aos mananciais em condições adequadas depois de tratado
de forma eficiente, de acordo com os padrões exigidos pela legislação”,
finaliza Bruno.
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