Claudio Custódio demonstra preocupação com segurança nas escolas após mais um ataque
O empresário Claudio Custódio lamentou o ataque a tiros
ocorrido em uma escola da capital paulista. Nesta segunda-feira (23), um
adolescente de 16 anos invadiu a Escola Estadual Sapopemba, localizada na zona
leste de São Paulo, e disparou contra estudantes. O ataque acabou resultando na
morte de Giovanna Bezerra, de 17 anos. Outros dois jovens ficaram feridos na
ação.
Segundo Custódio, o número elevado de casos que estão acontecendo
no Brasil tendo um contexto semelhante levanta preocupações para a sociedade.
“Antes víamos esse tipo de situação apenas pelos noticiários, acontecendo em
outros países. Mas de uns anos para cá, o número de ataques em escolas cresceu
de maneira assustadora e mostra que existe algum tipo de estímulo para essa
barbárie”, disse o empresário, acrescentando ainda que debates precisam ser
aprofundados para evitar que outros casos venham a acontecer.
“É preciso que especialistas em educação, em segurança e em
psicologia debatam o que tem levado tantos jovens a cometerem atos tão bárbaros
como esses e como prevenir que situações deste tipo voltem a acontecer. Não
podemos mais ligar os noticiários e ver que mais adolescentes têm perdido a
vida de forma tão banal”, opinou.
Para o empreendedor, é necessário também que o Poder Público
passe a adotar mais medidas de segurança nas próprias escolas para dificultar a
ação de quem planeja realizar atos semelhantes e prevenir que outros jovens e
professores fiquem expostos.
“Nossos governantes também precisam pensar em formas de
garantir que os estudantes estejam completamente seguros dentro das unidades
escolares, com o reforço de efetivo nas instituições de ensino, maior
monitoramento. São ações que se não forem tomadas com urgência, poderão
resultar em mais tragédias como essa”, afirmou.
Por fim, Custódio também fez um alerta aos pais, pedindo que
eles estejam mais atentos ao que seus filhos fazem, com quem conversam, quais
sites frequentam para poder orientá-los melhor. “Os pais precisam saber o que
seus filhos fazem. Isso é fundamental para tentar ajudar jovens que passam por
algum tipo de problema e estejam inclinados a cometer atos como esse. E também
é responsabilidade dos pais deixarem seus filhos longe de armas. Me parece que
neste caso o filho usou uma arma do pai para fazer o ataque. Isso é muito
sério, pois estamos falando de um instrumento que fatalmente gera situações
gravíssimas como vimos”, encerrou.




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