Mauá realiza semana de Conscientização às Hepatites Virais no “Julho Amarelo”

Por Portal Opinião Pública 22/07/2019 - 10:59 hs
Foto: Divulgação

 

Na semana de 22 a 26 de julho, as UBSs (Unidades Básicas de Saúde) de Mauá realizarão a campanha “Julho Amarelo de Conscientização às Hepatites Virais”, com a aplicação de testes rápidos, palestras de conscientização e prevenção.

A cidade vai concentrar as ações nas UBSs escolhidas para cada território (Vila Assis, Vila Magini, Zaíra 2, Parque das Américas e Feital), que contarão com o apoio das outras Unidades Básicas de Saúde para realização das palestras e rodízio de enfermeiros durante a semana da ação.

Os kits de teste rápido estarão disponíveis para os pacientes que buscarem atendimento nas unidades de referência durante a semana de prevenção. Em todas as UBSs serão realizadas palestras, culminando no dia D (28 de julho), que é o dia mundial de conscientização e prevenção às hepatites virais.

Veja abaixo os locais das ações, faça o teste e se informe melhor sobre as hepatites virais:

UBS Vila Assis – Av. Assis Brasil, 591

UBS Vila Magini – Rua David Boscariol, 38

UBS Zaíra II – Av. Castelo Branco, 1975

UBS Parque das Américas – Rua América do Norte, 111

UBS Feital – Rua Aluísio Azevedo, 55 

Saiba mais sobre hepatites virais

O dia 28 de julho é o dia D da luta pela conscientização e prevenção às hepatites virais, um mal causado por diferentes vírus, transmitidos, principalmente, por contato com sangue, ou seja, por uso compartilhado de seringas; piercings e tatuagens feitos com agulhas não esterilizadas; manicures e pedicures feitos com alicates não esterilizados; uso de instrumentos médicos e odontológicos não esterilizados; contato sexual, etc.

É bom saber que as hepatites A e B têm vacinas, mas não a do tipo C. No mundo, cerca de 71 milhões de pessoas estão infectadas (dados oficiais da Organização Mundial da Saúde), sendo que em torno de 400 mil vão a óbito por ano por complicações da doença, como cirrose ou carcinoma hepático.

No Brasil, o Ministério da Saúde estima que mais de um milhão de pessoas podem estar infectadas com a hepatite C, mas muitas não buscam tratamento, o que pode levar a novos pacientes e a complicações.