Mauá passa a integrar lista de cidades que adotaram campanha de vacinação contra o sarampo
A Secretaria Estadual de Saúde divulgou, nesta segunda-feira (22), que mais nove cidades do Estado adotarão a Campanha de Vacinação Contra o Sarampo, entre elas Mauá. A ação seguirá até 16 de agosto e tem como público-alvo jovens com idade entre 15 e 29 anos, considerados os mais vulneráveis a infecções devido a menor procura pela segunda dose da vacina. No último sábado (20), foi realizado o “Dia D” da campanha e segundo dados da pasta foram imunizadas 223,3 mil pessoas.
Além de Mauá, os municípios de Barueri, Carapicuíba, Diadema, Mairiporã, Santana de Parnaíba, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra e Taboão da Serra passarão a receber doses da vacina para a ampliação da campanha, de acordo com a secretaria. Desta forma, essas cidades se juntam a capital paulista, Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul, que já haviam adotado a ação.
Além disso, desde o dia 17, doses da vacina têm sido disponibilizadas em postos volantes instalados em estações do Metrô, CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo), ViaQuatro e ViaMobilidade. A programação é divulgada semanalmente pelas secretarias.
Casos no Estado
Até o momento, a Secretaria Estadual de Saúde confirmou 484 casos de sarampo em SP somente em 2019. Desse total, 75% se concentram na capital – onde a campanha teve início em 10 de junho, com a meta de vacinar 2,9 milhões de pessoas na faixa etária indicada - com 363 casos. Em Mauá, nenhum caso foi registrado, de acordo com os dados da pasta. Já no restante do Grande ABC, 22 casos foram notificados nas cidades de Diadema (1), Ribeirão Pires (2), Santo André (12) e São Bernardo do Campo (7).
Embora representem aproximadamente 20% da população paulista, esses jovens respondem por cerca de metade dos casos do Estado.
Outros 36 casos (17,5%) abrangeram crianças com menos de 12 meses, público já abrangido na rotina pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), que prevê administração da tríplice viral aos 12 meses, e um reforço aos 15 meses com a tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela).
Os profissionais de saúde das redes pública e privada também devem estar imunizados, considerando a possibilidade de contato com pessoas infectadas.
Há contraindicação para gestantes e imunodeprimidos, como pessoas submetidas a tratamento de leucemia e pacientes oncológicos.




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