Para Juiz João, falta d’água prejudica luta contra o coronavírus

Por Portal Opinião Pública 26/03/2020 - 09:58 hs
Foto: Divulgação
Para Juiz João, falta d’água prejudica luta contra o coronavírus
Juiz João cobra que medidas sejam tomadas para que falta de água não afete população mauaense

 

O Juiz João Veríssimo, pré-candidato à Prefeitura de Mauá, não esconde a sua preocupação com a falta d’água neste momento de pandemia em decorrência do novo coronavírus (Covid-19). Até o fechamento desta edição, a cidade de Mauá apresentava dois casos confirmados e outros 132 sob suspeita.

“Se a principal recomendação dos órgãos de Saúde é para que todos lavem as mãos frequentemente e tomem cuidados de higiene básicos para combater a doença, como nos cuidar e cuidar da nossa família se em Mauá não temos água?”, questiona.

João explica que a reclamação de moradores das regiões afastadas e dos bairros mais elevados sobre a ausência de água nas torneiras é recorrente. Com uma tubulação antiga, o sistema de abastecimento de Mauá não tem capacidade e nem força para encher os reservatórios e manter as residências abastecidas de forma satisfatória.

“Mauá é uma cidade grande, com quase 500 mil habitantes e grandes problemas sociais, de infraestrutura e, principalmente, financeiros. Mas, a falta de água é inadmissível”, destaca o juiz. 

De acordo com ele, o problema da água na cidade tem solução e passa, principalmente, pelo acordo com a Sabesp que prevê o perdão da dívida bilionária e investimentos em tecnologia para ampliar e modernizar as tubulações e a distribuição correta do volume de água enviado pela Sabesp para Mauá, acabando com os inúmeros vazamentos. “É preciso pulso firme, coragem e muito trabalho para agir de forma correta, com honestidade, em prol da população”, destaca.

O início das tratativas entre a cidade e a Sabesp ocorreu quando o Juiz João estava no comando da Secretaria de Governo, em 2019. De acordo com o pré-candidato, a manutenção dos funcionários da Sama, por exemplo, era uma pauta assim como as necessidades de saneamento do município. “Por que não houve continuidade nisso? Por que, mais uma vez, são os moradores que saem prejudicados?”, questiona novamente.