Juiz João Veríssimo e Rômulo Eduardo apontam a importância do Conselho Municipal de Juventude em Mauá
Atualmente fora de atuação, o CMJ de Mauá tem formato deliberativo, um diferencial bastante positivo para a construção de políticas públicas para a Juventude
Foi em 2011 que Mauá teve sua primeira eleição para o Conselho Municipal de Juventude. Apesar da ação e participação popular na gestão dos municípios já serem previstas e asseguradas pela Constituição Federal em seu artigo 29, inciso XII, a cidade de Mauá levou tempo para formalizar a Lei Municipal de criação do Conselho de Juventude (Lei nº 4683, de 16 de agosto de 2011, regulamentada pelo Decreto nº 8405/2018). Isso mostra como a dificuldade em firmar políticas públicas voltadas para a juventude é tão presente até mesmo numa cidade que tem mais de 81 mil de seus habitantes entre 20 e 29 anos, segundo o censo 2010 do IBGE, como Mauá.
“Quando pensamos nos jovens, estamos falando em nossa principal força de trabalho e de economia. Eles são responsáveis pelo investimento a longo prazo no próprio município e pelo desenvolvimento do mesmo, por isso precisam de subsídio para a qualificação, educação, trabalho e finanças. Falar de Juventude não é pensar apenas na Cultura e no Lazer, eles precisam de muito mais, de políticas públicas de Geração de Emprego, de Saúde, de Mobilidade e de Infraestrutura, pois serão eles que terão o legado e o patrimônio da comunidade no futuro”, defende o pré-candidato a prefeito pelo PSD Mauá, Juiz João Veríssimo.
É por isso que o pré-candidato a vereador Rômulo Eduardo entrou nesse desafio com o PSD Mauá. Para ele, essa é a principal luta para o desenvolvimento do município. “Atualmente o Conselho de Juventude está esquecido, sem presidente e sem atuação, somente com membros da sociedade civil. Mas, Mauá é uma cidade jovem, precisa de políticas públicas para a Juventude”, explica.
Apesar de inoperante, o Conselho Municipal de Juventude de Mauá tem uma característica que o torna bastante especial. Ele é deliberativo. Isso quer dizer que, diferente dos Conselhos consultivos, o de Mauá também tem a liberdade de colocar as ações em prática, tornando a política pública palpável e real. Esse formato acaba aproximando mais o Conselho da vida social, fazendo o presente no dia a dia com o espaço para testagem daquilo que funciona ou não. “O que falta hoje é a participação direta do poder público para tornar o Conselho um braço da administração. O tema é tão importante e para um público tão essencial à cidade que não pode ser deixado de lado, são os jovens que têm nas mãos a chance de mudar Mauá”, completa Rômulo.
Os pré-candidatos têm experiência próxima à Juventude. João foi juiz de Direito por 23 anos e atuou fortemente frente à Vara da Infância e da Juventude, enquanto Rômulo foi vice-presidente do Conselho Municipal da Juventude e gerente de Juventude.




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