Professor Frank de Mello fez uso das redes sociais para denunciar irregularidades na contratação
Nesta semana, a população de Mauá assistiu mais uma vez o prefeito Atila Jacomussi ser alvo de uma operação policial que apura desvio de recursos públicos. O Ministério Público de São Paulo investiga irregularidades na contratação emergencial da Organização Social Atlantic Transparência e Apoio à Saúde Pública para administrar o hospital de campanha que atende casos graves da Covid-19. Na segunda (15), foram cumpridos mandados de busca e apreensão contra o prefeito e o secretário de Saúde a partir de indícios de crimes previstos na lei de licitações, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.
Vale lembrar que em 2019 o prefeito Atila foi preso pela Polícia Federal por envolvimento em esquema de desvio de verbas da merenda escolar. Ele teve seu mandato cassado pela Câmara de Vereadores, mas retornou ao Paço Municipal por força de uma liminar.
As supostas irregularidades na contratação do hospital de campanha de Mauá tem sido diversas vezes tema comentado pelo professor Frank de Mello, pré-candidato a vereador de Mauá pelo PDT, nas redes sociais. O principal indício de irregularidades é quanto ao valor pago pela Prefeitura de Mauá. A organização foi contratada por R$ 3,3 milhões para o prazo de 90 dias, enquanto que prefeituras da região do ABC, que contrataram o mesmo serviço, pagaram pelo menos seis vezes menos do que Mauá. Nas redes sociais, Professor Frank tem cobrado transparência nas contratações desde o início da pandemia.
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