Cleiton Vital
Na noite da última segunda-feira, dia 15, a Prefeitura de Mauá - em boletim divulgado pelas redes sociais - informava o número de mortes por covid-19, sendo 104 óbitos e 550 casos oficiais. No mesmo dia, era possível ver filas gigantescas em frente a estabelecimentos comerciais no centro da cidade.
Enquanto a população busca alternativas para driblar as necessidades básicas de saúde, alimentação e a falta de emprego, sem apoio do poder público, presenciamos mais uma vez, Mauá ser destaque no noticiário nacional por conta de uma política viciada em práticas de pouca transparência, envolvendo o hospital de campanha da cidade. Graças à denúncia pelo Juiz João, no Ministério Público, e protocolado junto ao GAECO (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de São Paulo), ficou notória a falta de comprometimento com o dinheiro dos contribuintes mauaenses. Qual a saída para a população mais carente? Quais serão as alternativas se o número de mortes pelo coronavírus continuar a crescer?
Entendemos o desespero e a angústia da população por estar dentro de casa, mas é necessário continuar a prevenção ao vírus, porque não há medicamento e nenhuma vacina para cessar a pandemia neste momento. Mesmo com a reabertura do comércio, só saia de casa quando for de extrema necessidade. E se sair, siga todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), pois o vírus continua circulando.
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