O Dia Mundial da Conscientização do Autismo foi no dia 2 de abril,
mas a reflexão sobre este transtorno é o mês todo, e deve ser por todo o ano. O
Transtorno de Espectro Autista (TEA) é um distúrbio de neurodesenvolvimento com
características bastante específicas como: desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais,
déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos
repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório restrito de
interesses e atividades.
“Dos 200 milhões de
brasileiros, 2 milhões são diagnosticados com transtorno de espectro autista,
mas nem todo pai e mãe consegue perceber ou aceitar esse distúrbio em seus
filhos, pois as informações que chegam para os nossos cidadãos sobre este
assunto são baixas e colaboram com um possível preconceito e medo. Se
tivéssemos uma política de conscientização mais enfática, esses pais
perceberiam que não existe a necessidade de ter medo e, assim, educar seu filho
ou filha de uma forma mais eficaz”, afirma o pré-candidato a deputado federal
Junior Orosco.
Na última segunda-feira (11),
Orosco recebeu em seu programa, Debates & Entrevistas, a psicopedagoga
Patricia Sorrentino, que é sócia-diretora da Clínica Inclúdere, responsável
pelo atendimento transdisciplinar comportamental. Segundo Patricia, o
transtorno do neurodesenvolvimento se inicia sempre na infância e tem, ao longo
de todo desenvolvimento dessa criança e adolescente, sinais de déficits e
excessos.
“Precisamos de mais políticas
públicas para que as crianças com TEA sejam prontamente diagnosticadas, pois
quanto mais precoce for a identificação do transtorno, melhor será o tratamento
para diminuir a severidade”, destaca Orosco.
Existe um debate sobre o
autismo ser ou não considerado um tipo de deficiência, mas apesar de ter todos
os direitos legais de uma pessoa deficiente, o TEA, como o nome já indica, é um
transtorno e não uma incapacidade.
“O debate sobre o autismo ser
considerado deficiência é confuso por conta dos direitos legais que uma pessoa
com espectro autista tem, baseado na lei nº 12.764/2007, da pessoa com
deficiência. É por isso que o mês de abril, escolhido pela ONU em 2007, é tão
importante, pois reforça a conscientização sobre a pessoa com transtorno de
neurodesenvolvimento e quebra diversos paradigmas incorretos sobre o autismo”,
finaliza Junior Orosco.
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