Produção de medicamentos
está sendo prejudicada devido à alta demanda e ao aumento no preço das
matérias-primas
Equipamentos de saúde, tanto da rede particular
quanto da pública de Mauá, estão enfrentando desabastecimento de alguns
analgésicos e antitérmicos injetáveis, em especial, o Dipirona.
Segundo a Prefeitura de Mauá, o motivo para essa
escassez é a alta na demanda que esses medicamentos tiveram durante a pandemia
e o consequente aumento no preço das matérias-primas, o que desestimulou a
fabricação e o envase em muitos laboratórios. A forma em comprimidos ou em
gotas desses remédios não foi atingida, o desabastecimento envolve apenas a
fórmula injetável.
A substituição dos medicamentos com estoques mais
baixos por outros com efeitos equivalentes é uma alternativa momentânea, mas é
realizada com cautela e avaliada apropriadamente pelas equipes médicas
competentes, pois outros remédios podem apresentar contraindicações ou
possibilidade de efeitos adversos.
É importante salientar que o problema vem sendo
enfrentando na maioria das regiões do Brasil, inclusive em outras cidades da
região. A Prefeitura de Mauá acompanha o caso com atenção e mantém contato com
órgãos de saúde de outras esferas do poder público e particular para sanar essa
situação.
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