Claudio Custódio pede por mais ações da Prefeitura de Mauá para evitar novos deslizamentos na cidade
O empresário mauaense Claudio Custódio cobrou da Prefeitura
de Mauá a adoção de mais ações a fim de evitar que novos deslizamentos de terra
façam vítimas fatais na cidade. Nas últimas semanas, novos deslizamentos deixaram
mortos e desabrigados na cidade em decorrência das fortes chuvas de verão,
comuns nessa época do ano.
Em fevereiro deste ano, o prefeito Marcelo Oliveira (PT)
chegou a decretar estado de emergência na cidade, devido aos altos índices de
chuvas que atingiram Mauá e causaram deslizamentos. Um dos episódios de maior
notoriedade aconteceu no Jardim Zaíra e levou uma mulher ao óbito e outras três
pessoas a serem internadas no Hospital Nardini. No mesmo bairro, um muro de
contenção localizado na sede da empresa Suzantur – concessionária das linhas
rodoviárias municipais – cedeu também em decorrência das chuvas.
As recentes tragédias levaram a atual administração a
apresentar um projeto aumentando o valor do auxílio-aluguel de R$ 300 para R$
500 para as famílias que ficaram desabrigadas. A proposta foi aprovada na Casa
de Leis e irá vigorar por seis meses, podendo ser ampliada por mais seis.
Na opinião do empreendedor, entretanto, essas ações não são
suficientes para acabar de vez com o problema. “Claro que essa medida causa um
alívio para quem acabou de perder sua moradia, mas precisamos pensar em como
dar condições melhores para essas famílias e para as pessoas que ainda vivem em
áreas de risco, com medo de perder sua casa a cada vez que chove. Não se pode
deixar que cidadãos mauaenses sigam à mercê de suas próprias sortes”, disse
Custódio, pontuando que essa é uma situação já conhecida por todos.
“Já sabemos que as chuvas de verão trazem situações
desagradáveis para Mauá há anos. Sempre que elas caem com maior intensidade,
acabamos nos deparando com as notícias sobre deslizamentos de terra,
desabamentos de casas, famílias desabrigadas e até mesmo de óbitos. Por isso é
tão importante buscar soluções para esse problema. Mauá é uma cidade que se
desenvolveu sem um planejamento urbano correto e agora existe uma situação de
difícil correção. Mas há caminhos para se melhorar as condições de nossa
população, sem dúvidas”.
O empresário citou ainda que a adoção de ações preventivas é
bem-vinda, evitando assim que situações de maior perigo iminente acabem se
tornando tragédias na cidade.
“O investimento em iniciativas preventivas precisa ser
prioridade, pois assim será possível se anteceder a possíveis situações com
potencial de tragédia. É necessário um trabalho conjunto entre secretarias e
órgãos que respondem à municipalidade para tal, mas acredito que há condições
de termos ações que contribuam neste sentido”, finalizou.




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