O sistema de Reforço Estrutural
se faz necessário quando uma edificação requer uma adaptação da sua estrutura
existente para novas condições de trabalho, podendo ser: mudanças de destinação
e uso da edificação, atuação de novos carregamentos, adaptação para efeitos sísmicos,
adaptação das mudanças nas Normas Técnicas, entre outras situações.
Os reforços estruturais podem ser classificados de duas
formas: Reforços Leves – com
inclusão e adequação de novos materiais e pequenas alterações da massa e Reforços Pesados - onde se
faz necessário a introdução de novos esforços e/ou uma nova condição na
redistribuição dos atuais trazendo alterações sensíveis de massa e aparência da
estrutura.
Os tipos dos sistemas de Reforço Estrutural são: Aumento de Seção do elemento estrutural,
onde se realiza a utilização de concretos convencionais ou especiais com a
inclusão de armaduras necessárias; Utilização
de Polímeros Reforçados com Fibras (PRF), fibra de carbono, vidro, aramida
envolvidas por uma matriz polimérica como epóxi e Chapas de Aço, aderidas externamente ao concreto.
Atualmente os estudos estão sendo
voltados para a utilização de materiais não metálicos. A utilização da fibra de
carbono tem se mostrado altamente promissora, por sua combinação de baixo peso,
alta resistência, grande rigidez, além da agilidade em sua execução.
A escolha do Sistema de Reforço
Estrutural adequado é que seja feita uma análise por um profissional técnico,
habilitado e capacitado.
Flávio Machado Bazilio
da Costa
Engenheiro Civil
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