Claudio Custódio pede políticas públicas contra exploração infantil

Por Portal Opinião Pública 15/06/2023 - 12:35 hs
Foto: Jornal Opinião Pública
Claudio Custódio pede políticas públicas contra exploração infantil
Claudio Custódio entende responsabilidades que empresários possuem para combater o trabalho infantil

Nesta segunda-feira (12) foi comemorado o Dia Mundial da Luta Contra o Trabalho Infantil. A data, criada pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) em 2002, visa instituir mobilizações para impedir que os direitos de crianças e adolescentes sejam violados. E pensando exatamente nesta situação, o empresário Claudio Custódio reforçou o coro contra essa prática abusiva.

Segundo o empreendedor, é muito importante que todos, desde o governo até a sociedade civil, se engajem na luta contra o trabalho infantil. Para Custódio, esse problema só será resolvido quando todos entenderem que essa prática é prejudicial para o desenvolvimento de crianças e adolescentes.

“As crianças precisam ser crianças, ou seja, terem acesso à educação e em seu tempo livre ao lazer, esportes e cultura. É um dever de todos nós, como cidadãos, lutar para que o trabalho infantil seja erradicado, pois ainda é muito comum vermos nossos jovens sendo explorados ao serem obrigados a executar atividades que não condizem com o que é melhor para suas vidas”, apontou.

Custódio também citou que, por ser empresário, sua responsabilidade é ainda maior quanto a esse assunto. “Por ser um empresário, tenho uma parcela ainda maior de responsabilidade quanto a esse assunto. Sempre cumpri a legislação à risca e apoio totalmente essa pauta. Por isso é necessário lembrar a nossa classe o quão prejudicial é este tipo de situação. Temos não apenas que dar o exemplo, mas também cobrar das autoridades que fiscalizem e punam quem descumpre a lei e explora menores”, pontuou.

O empresário afirmou ainda que o Poder Executivo deveria criar mais políticas públicas que possam deixar de incentivar os jovens a trabalhar antes da idade mínima permitida, que é de 14 anos – desde que o menor seja contratado na condição de aprendiz.

“Sabemos que nosso país possui uma enorme desigualdade e que muitas crianças começam a trabalhar muito cedo para ajudar no sustento do lar. Mas ainda assim essa é uma prática errada e danosa para o futuro destes jovens. Por esse motivo que é necessária a criação de mais políticas públicas que venham defender os direitos infantis”, encerrou.