Mato alto na beira das avenidas Kuwahara e Coronel Oliveira Lima, na divisa entre o bairro Jardim Quarto Centenário, em Mauá; e Aliança, em Ribeirão Pires, causa problemas aos moradores das duas cidades. O trecho, além de ser usado como local de descarte de lixo irregular, também representa insegurança para pedestres.
“A calçada já era mínima, agora não existe”, conta moradora de Ribeirão, a estudante Vitória dos Santos de Souza, 15 anos. “Meu marido vivia pedindo para a Prefeitura vir cortar. Ele, às vezes, limpa o mato perto do ponto de ônibus, porque a gente fica com medo de alguém se esconder ali”, ressaltou a dona de casa Solange Maria dos Santos, 37.
Fora a falta de capinação, há um ano, o lixo e entulho também vêm tomando conta do lugar. “Pode estar limpo de dia, mas de noite descartam um monte de coisas. O pior são os ratos”, diz Solange, que já flagrou alguns roedores no quintal de sua casa.
Moradores da parte de Mauá também não se conformam com a situação. O comerciante José Francisco Cordeiro, 61, contatou a ouvidoria da Prefeitura em fevereiro e ainda espera resolução do problema. “Deram prazo de 30 dias, ainda estou esperando. Falam que não tem máquina para limpar”, disse.
O 30º Batalhão da Polícia Militar Metropolitano informou que a região é definida como “interesse de Segurança Pública” e que serão direcionadas viaturas da Rocam (Rondas Ostensivas com Auxílio de Motocicletas) e Força Tática para patrulhamento.
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