Claudio Custódio faz críticas à Prefeitura por demora nas obras de manutenção em passarela
O empresário Claudio
Custódio voltou a criticar a Prefeitura de Mauá pela demora no conserto da
passarela que liga a região central a região do bairro da Matriz. A via, que é
utilizada por milhares de pessoas diariamente, foi fechada há quase 45 dias,
após parte de seu piso ceder devido ao alto tráfego de pessoas que se dirigiram
ao Paço Municipal para acompanhar o show do cantor Péricles, durante a Festa
Junina da cidade, no dia 23 de junho.
Há duas semanas, quando a
passarela estava fechada há quase um mês, Custódio cobrou da administração
municipal que a reforma do local fosse agilizada, pois a interdição estava
causando inúmeros prejuízos às pessoas que precisam sair de bairros como a
Matriz, o Jardim Pedroso, o Jardim Haydee, entre outros. Segundo o
empreendedor, um dos problemas era o deslocamento maior que esses pedestres
precisavam fazer para acessar a região central.
“Muitas pessoas estão
precisando fazer um caminho muito maior para ir do centro até esses bairros ou
deles até a região central, o que não somente aumenta o tempo de deslocamento,
como ainda faz com que cresçam os riscos no meio do trânsito de Mauá, uma vez
que o viaduto João Paulo II possui somente uma pequena calçada para atender a
população. Antes possuíamos até o boulevard, mas ele também foi interditado
devido as obras para a construção do novo terminal. Isso deixa as pessoas que
precisam fazer esse caminho diariamente sem opções”, disse o empresário na
época.
Nesta semana, Custódio
voltou a apontar que a Prefeitura e suas secretarias deveriam acelerar as obras
para liberar a passarela para uso o mais rápido possível e de forma segura,
para que problemas semelhantes não voltem a acontecer no local.
“Ter uma via tão
importante para a locomoção de pedestres interditada a tanto tempo é
inadmissível em uma cidade como Mauá. E olha que não foi por falta de avisos.
Várias pessoas já relatavam que a passagem não estava nas melhores condições e
nenhum tipo de manutenção preventiva foi feita. E o resultado está aí: muitas
pessoas prejudicadas, a única via de acesso aos pedestres tendo um fluxo enorme
de pessoas e um risco muito grande para quem precisa atravessar de um lado para
outro da cidade, pois para acessar o viaduto João Paulo II, é preciso
atravessar a entrada do terminal, onde há um fluxo enorme de ônibus. A
população mauaense precisa de muito mais atenção”, disparou Custódio.
O empresário ainda
concluiu dizendo que espera ver outra abordagem da gestão municipal após esse
episódio. “Espero que não demore mais 45 dias para que as obras na passarela
sejam finalizadas e que a Prefeitura tenha um olhar mais atento para a
população, porque não se pode deixar que equipamentos públicos cheguem a um estado
tão ruim para consertá-los. Poderíamos ter tido um acidente de grandes
proporções por puro descaso”, encerrou.




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