Com ações da BRK, Mauá se destaca no Ranking do Saneamento Básico 2026

Por Portal Opinião Pública 02/07/2026 - 15:38 hs
Foto: BRK Ambiental / Divulgação

A cidade de Mauá conquistou posição de destaque nacional ao ser reconhecida na categoria “Compromisso com a Universalização do Saneamento” no estudo do Ranking do Saneamento Básico 2026, realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). 

Atendida pela BRK nos serviços de esgotamento sanitário, a cidade somou 470,48 pontos no levantamento, evidenciando avanços consistentes na ampliação e eficiência dos serviços. O estudo foi elaborado com base em dados oficiais do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), referentes ao ano de 2024. 

Enquanto a média de tratamento de esgoto em municípios com mais de 100 mil habitantes apontada pelo ranking é de 38,73%, Mauá já alcançou 91% de tratamento e 95% de coleta de efluentes, atingindo indicadores que antecipam em uma década as metas estabelecidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento. 

De acordo com a gerente de operações da BRK em Mauá, Viviane Moraes, a evolução é resultado de investimentos contínuos na infraestrutura. Há pouco mais de 20 anos, o município apresentava 77% de coleta e não realizava tratamento de esgoto. 

“Investimentos da ordem de R$ 260 milhões permitiram ampliar o sistema de esgotamento sanitário, com a implantação da ETE Mauá, a construção de estações elevatórias e a expansão da rede coletora, que hoje soma 615 quilômetros. Essas obras foram fundamentais para a interligação dos sistemas e a melhoria dos serviços”.

O levantamento também evidencia a relação entre saneamento e saúde pública. Entre os municípios de grande porte, a taxa média de internações por doenças de veiculação hídrica passa de 31,94 com base em 100 mil habitantes, refletindo em problemas na saúde da população. 

A disposição adequada do esgoto, como ocorre em Mauá, ajuda a prevenir casos de hospitalizações relacionadas a doenças de veiculação hídrica, como diarreia, disenteria bacteriana, febre tifoide, cólera, leptospirose, hepatite A, verminoses e até mesmo as chamadas arboviroses, como dengue, chikungunya e zika, transmitidas por insetos. 

“Os serviços de saneamento têm impacto direto nos indicadores de saúde da população. Normalmente, os grupos mais afetados pela falta de saneamento são as mulheres, as crianças e os idosos, por isso a universalização do saneamento, como ocorre em Mauá, é uma necessidade tão fundamental”, destaca a gerente.